Tabela de preços de assistência técnica de celular (referência real 2026)
Tabela de preços de assistência técnica de celular em 2026 com valores reais de bancada: troca de tela, bateria, placa, câmera e conector. Uma referência para ancorar valor, não para brigar por preço.
Por Carlos · Financeiro e gestão do negócio
Em 2026, os preços de referência de uma assistência técnica de celular, na operação real das assistências da TNX em São Paulo, ficam assim: troca de tela de iPhone 11 entre R$350 e R$400, tela de Android comum (tipo Moto G30) entre R$280 e R$300, bateria de R$190 a R$450, reparo de placa de R$400 a R$600, troca de câmera de R$180 a R$600 conforme o aparelho, e conector de carga em torno de R$120. Abaixo está a tabela completa, o que cada faixa significa e — o mais importante — por que ela serve para você ancorar o valor do serviço, não para brigar por preço baixo.
Tabela de preços de reparo de celular (referência 2026)
Estes são valores reais de bancada, não estimativas de internet. Use como ponto de partida e ajuste à sua região e ao custo da sua peça:
| Reparo | Faixa de preço |
|---|---|
| Troca de tela — iPhone 11 | R$350 a R$400 |
| Troca de tela — Android comum (ex.: Moto G30) | R$280 a R$300 |
| Bateria | R$190 a R$450 (iPhone é o mais caro) |
| Reparo de placa (não liga / sem Wi-Fi) | R$400 a R$600 por modelo |
| Troca de câmera — iPhone/Samsung premium | R$400 a R$600 |
| Troca de câmera — aparelho até R$500 | R$180 a R$200 |
| Conector de carga (serviço) | ~R$120 (peça ~R$5) |
“Os valores mudam com região, concorrência e o custo da peça — mas a faixa é essa. O erro do iniciante não é cobrar diferente; é cobrar de menos por medo.” — referência da operação real das assistências da TNX em São Paulo, dez anos de bancada.
Repare em dois extremos que ensinam muito: o conector de carga, em que a peça custa cerca de R$5 e o serviço sai por volta de R$120 — quase tudo é mão de obra; e a troca de tela, em que a peça pesa a maior parte do custo. Uma tabela só faz sentido quando você entende o que está por trás de cada número.
Por que a tabela é para ancorar valor, não para baixar preço?
Porque preço baixo não é vantagem — é o caminho mais curto para trabalhar muito e ganhar pouco. A tabela existe para você ter uma referência firme do que o serviço vale, e não para se comparar com quem cobra menos que o custo.
O caso mais claro é o reparo de placa, o defeito “não liga”. Ele é o mais subestimado pelo cliente, que acha o preço caro. Mas os R$400 a R$600 estão dentro do esperado pelo nível do serviço — é um dos reparos mais técnicos que existem. Aqui o trabalho de precificação não é dar desconto; é de comunicação: explicar por que custa o que custa.
Quem baixa o preço para fechar a venda ensina o cliente a comprar pelo menor valor — e some do jogo na primeira loja que cobra R$10 a menos. Quem ancora o valor no serviço bem feito constrói um cliente que paga o justo e volta.
O preço é a peça ou a mão de obra?
Depende do reparo — e é isso que a tabela sozinha não mostra. Entender esse peso é o que separa quem precifica com a cabeça do negócio de quem só copia número.
Em reparos de peça cara, a peça manda. Numa troca de tela, o custo da peça é a maior parte da conta, e a regra prática de dobrar o valor da peça e somar as taxas funciona bem.
Mas no conector de carga, a peça custa cerca de R$5 e o serviço sai por volta de R$120. Se você “dobrasse a peça” aqui, cobraria R$10 e trabalharia de graça. O preço desse reparo é o seu conhecimento e trabalho, não a peça — e por isso ele é um dos melhores negócios da bancada: entra muito (três a quatro a cada dez aparelhos), custa quase nada de peça e o valor está na mão de obra.
Ler cada reparo por esse critério — quem pesa, a peça ou o trabalho — é o que faz a tabela virar decisão de preço, e não um adesivo colado na parede.
Todo reparo da tabela compensa aceitar?
Não. Precificar bem também é saber quando não aceitar o serviço. Aparelho que caiu na água, por exemplo, costuma dar retorno e muitas vezes não fica 100% — mesmo cobrando por ele, tende a não compensar, porque cada retorno é tempo, peça e desgaste com o cliente.
A tabela te diz quanto cobrar pelo que você faz. Mas a competência de negócio inclui recusar o reparo que dá prejuízo e sustentar o preço do reparo que assusta o cliente. As duas coisas vêm da mesma cabeça: a do negócio, não a do medo de perder a venda.
A tabela é uma peça do negócio, não o negócio todo
Ter o preço certo resolve uma frente. Mas o que sustenta a assistência vai além da tabela: escolher fornecedor de confiança para a peça não comer sua margem, saber quando um reparo não compensa, conseguir cliente sem depender só de quem passa na porta e organizar a operação para não retrabalhar.
Essa é a parte que quase nenhum material entrega — e é o coração da Comunidade TNX: você monta o negócio ao lado de quem já opera duas assistências de verdade, e tem com quem falar quando aparece a dúvida de preço, margem e gestão que uma tabela sozinha não resolve. Não existe atalho; existe método e companhia.
Faixas de preço baseadas na operação real das assistências da TNX em São Paulo (2026). Ajuste à sua região, à sua concorrência e ao custo das peças no seu fornecedor.
Perguntas frequentes
Qual o preço de uma troca de tela de celular em 2026?
Na operação real das assistências da TNX em São Paulo, uma troca de tela de iPhone 11 fica entre R$350 e R$400, e uma tela de Android comum, tipo Moto G30, na faixa de R$280 a R$300. O que muda o valor é o modelo, o tipo de tela e o custo da peça na sua região.
Quanto custa consertar a placa de um celular?
Um reparo de placa fica na faixa de R$400 a R$600 por modelo. É o defeito 'não liga', que o cliente costuma achar caro — mas o preço está dentro do esperado pelo nível do serviço. Aqui o técnico não deve baixar o preço para fechar; deve explicar por que custa o que custa.
Posso usar uma tabela de preços fixa na minha assistência?
Use uma tabela como referência de partida, não como lei. Os valores variam com a região, a concorrência e o custo da peça no seu fornecedor. A tabela serve para você ancorar o valor do serviço e não cobrar de menos — não para copiar preço de ninguém.
A parte que vira negócio é a comunidade.
A Comunidade TNX (inclusa na Formação) é onde você tira dúvida no mesmo dia, aprende a precificar e a captar cliente — do técnico ao dono de assistência.
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