Porque ninguém deveria mudar de vida sozinho.
A TNX existe porque ninguém deveria ter que mudar de vida sozinho. Somos um ato contra a solidão da bancada, contra o curso que ensina e abandona e contra a mentira do atalho.
A TNX nasceu na bancada.
Tudo começou com o Arlan. Ele começou cedo, trabalhando para os outros numa fábrica, e ali viu de perto algo que nunca mais saiu da cabeça: a transformação. Uma matéria bruta entra, passa por processos, e sai uma peça pronta. Foi ali também que percebeu uma verdade incômoda e libertadora ao mesmo tempo — dava pra fazer o próprio salário.
A oportunidade veio meio de lado, numa loja de manutenção de celular. Ao entrar, o Arlan encontrou uma paixão que não largaria mais: pegar algo quebrado e reconstruir, às vezes deixando melhor do que era. Dez anos depois, técnico sênior e dono de duas assistências, ele ainda acha isso fascinante.
Com o tempo, começou a ver nos alunos a mesma fome que teve: gente querendo sair de um trabalho sem futuro e aprender uma profissão de verdade. O Carlos o apresentou ao Orlando — mesma origem, mesma vontade de empreender — que trouxe propósito e método. Testaram com um único aluno, quatro aulas práticas, manutenção do zero. Funcionou. Mas a descoberta foi maior que a técnica: não basta ensinar a consertar. A pessoa trava sozinha na bancada — e desiste. Ela precisa de uma comunidade pra tirar dúvida no aperto e não estar sozinha.
Naquele instante a TNX deixou de ser um curso e virou um ecossistema, sustentado por três sócios: o Arlan na técnica e na autoridade, o Orlando no marketing e na gestão, o Carlos no financeiro. Não vendemos atalho — o Arlan começou de baixo e sabe que não existe mágica. Vendemos o que faltou pra ele lá no começo: um caminho com método, uma comunidade que não abandona, e a prova viva de que dá pra reconstruir uma vida profissional travada — às vezes, melhor do que era.
A gente pega o quebrado e reconstrói melhor — celulares, e a vida de quem aprende a consertá-los.
Três sócios, uma bancada.
A TNX deixou de ser um curso e virou um ecossistema sustentado por quem vive o ofício e o negócio.
Técnico sênior de manutenção de celular, com dez anos de bancada — e o ponto de onde a TNX nasceu. Arlan saiu do chão de uma fábrica, onde entendeu de perto uma verdade que não largou mais: dava pra fazer o próprio salário. Encontrou na manutenção de celular o ofício de pegar o quebrado e reconstruir melhor do que era. Hoje domina a bancada de ponta a ponta — da troca de tela e conector de carga (os reparos de maior demanda) ao reparo de placa e à microssoldagem, passando pelo diagnóstico do "não liga" e pelo lado de software (hard reset, FRP, regravação de ROM). Opera duas assistências técnicas próprias em São Paulo (Penha e Vila Matilde), o laboratório vivo de onde sai, na prática, cada método que a TNX ensina. Não é teoria de vídeo solto: é o que passa pela bancada todo dia.
Sócio responsável pelo propósito, pelo método e pela gestão da TNX. Cuida do marketing, do funil de aquisição e da estratégia que transforma um ofício de bancada num caminho claro de carreira — da primeira dúvida ("será que eu consigo?") até o negócio de pé. É quem traduz a técnica do Arlan em uma jornada que quem vem de baixo consegue seguir, e quem guarda a missão que move a marca: devolver a essas pessoas uma chance real de mudar de vida com um ofício de verdade — sem vender atalho nem promessa de renda fácil.
Sócio responsável pelo financeiro e pela sustentação da estrutura. Foi o elo que aproximou os fundadores e é quem mantém o negócio de pé no longo prazo — cuidando da precificação, do modelo de recorrência e da saúde financeira que garante que a formação e a comunidade não sejam "vende e some", e sim um compromisso que se sustenta. É o lado do negócio que alinha o incentivo da marca ao do aluno: a TNX só ganha se o aluno continua faturando — e é exatamente isso que o financeiro protege.
Missão e visão.
Missão
Transformar quem quer mudar de vida em um técnico de manutenção de celular de verdade — com um caminho claro, prática de bancada e uma comunidade que não abandona no meio do caminho.
Visão
Um mundo onde qualquer pessoa pode transformar um ofício em um negócio digno — formada e amparada por uma comunidade, nunca sozinha na bancada.
Quatro valores que não negociamos.
Verdade sem atalho
Falamos a verdade sobre o caminho: dá trabalho, leva tempo, exige prática. Preferimos perder a venda fácil a iludir alguém.
Não soltar a mão
Ninguém aprende sozinho na bancada. Depois da matrícula é que nosso trabalho começa — acompanhamos até você andar com as próprias pernas.
Mão na massa
Ensinamos a partir da bancada real, não do slide. Quem ensina, faz. Prática sempre ligada ao resultado que conserta o aparelho.
Negócio que cabe na vida
Existimos pra dar dignidade, renda e tempo. Construir um negócio é pra viver melhor — não pra virar escravo dele.
Ninguém sozinho na bancada.
A gente pega o quebrado e reconstrói melhor — celulares, e a vida de quem aprende a consertá-los.
Seu lugar é aqui.
Se você está cansado de promessa fácil e quer aprender pra valer — com método, com gente junto, até virar o seu negócio.